Nota Técnica nº 11, de 7 de maio de 2010

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maio 7, 2010 admin Comments Off

“Orientações para a Institucionalização na Escola, da Oferta do Atendimento Educacional Especializado – AEE em Salas de Recursos Multifuncionais.”

NOTA TÉCNICA Nº 11, DE 7 DE MAIO DE 2010
Orientações para a Institucionalização na Escola, da
Oferta do Atendimento Educacional Especializado –
AEE em Salas de Recursos Multifuncionais.
A educação inclusiva, fundamentada em princípios filosóficos, políticos e legais dos direitos humanos, compreende a mudança de concepção pedagógica, de formação docente e de gestão educacional para a efetivação do direito de todos à educação, transformando as estruturas educacionais que reforçam a oposição entre o ensino comum e especial e a organização de espaços segregados para alunos público-alvo da educação especial.
Nesse contexto, o desenvolvimento inclusivo das escolas assume a centralidade das políticas públicas para assegurar as condições de acesso, participação e aprendizagem de todos os alunos nas escolas regulares, em igualdade de condições.
Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial é definida como uma modalidade de ensino transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, que disponibiliza recursos e serviços e realiza o atendimento educacional especializado – AEE de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos público-alvo da educação especial.
Assim, na organização dessa modalidade na educação básica, devem ser observados os objetivos e as diretrizes da política educacional, atendendo o disposto na legislação que assegura o acesso de todos a um sistema educacional inclusivo, onde se destacam:

  • A Constituição da República Federativa do Brasil (1988), define, no artigo 205, a educação como um direito de todos e, no artigo 208, III, o atendimento educacional especializado às pessoas com deficiência preferencialmente na rede regular de ensino;
  • A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2006), publicada pela ONU e promulgada no Brasil por meio do Decreto nº 6.949/2009, determina no artigo 24, que os Estados Partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência à educação; e para efetivar esse direito sem discriminação, com base na igualdade de oportunidades, assegurarão um sistema educacional inclusivo em todos os níveis;
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  • A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), tem como objetivo garantir o acesso, a participação e a aprendizagem dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação na escola regular, orientando para a transversalidade da educação especial, o atendimento educacional especializado, a continuidade da escolarização, a formação de professores, a participação da família e da comunidade, a acessibilidade e a articulação intersetorial na implementação das políticas públicas.
  • O Decreto nº 6.571/2008, dispõe sobre o apoio técnico e financeiro da União para ampliar a oferta do atendimento educacional especializado, regulamentando, no artigo 9º, para efeito da distribuição dos recursos do FUNDEB, o cômputo das matrículas dos alunos da educação regular da rede pública que recebem atendimento educacional especializado, sem prejuízo do cômputo dessas matrículas na educação básica regular.
  • A Resolução CNE/CEB nº 4/2009, institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, dispondo, no artigo 3º, que a educação especial se realiza em todos os níveis, etapas e modalidades, tendo esse atendimento como parte integrante do processo educacional.
    A Política Nacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008, p.15) define o atendimento educacional especializado – AEE com função complementar e/ou suplementar à formação dos alunos, especificando que “o atendimento educacional especializado tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas”.
    Esse atendimento constitui oferta obrigatória pelos sistemas de ensino para apoiar o desenvolvimento dos alunos público-alvo da educação especial, em todas as etapas, níveis e modalidades, ao longo de todo o processo de escolarização. O acesso ao AEE constitui direito do aluno público-alvo do AEE, cabendo à escola orientar a família e o aluno quanto à importância da participação nesse atendimento.
    O Decreto nº 6.571/2008 dispõe sobre o atendimento educacional especializado, definido no §1º do artigo 1º, como o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente e prestados de forma complementar ou
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    suplementar à formação dos alunos no ensino regular. No §2º do artigo 1º, determina que o AEE integra a proposta pedagógica da escola, envolvendo a participação da família e a articulação com as demais políticas públicas.
    Dentre as ações de apoio técnico e financeiro do Ministério da Educação previstas nesse Decreto, destaca-se, no artigo 3º, a implantação de salas de recursos multifuncionais, definidas como “ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos para a oferta do atendimento educacional especializado”.
    Para a implementação do Decreto nº 6.571/2008, a Resolução CNE/CEB nº 4/2009, no artigo 1º, estabelece que os sistemas de ensino devem matricular os alunos público-alvo da educação especial nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional especializado, ofertado em salas de recursos multifuncionais ou centros de atendimento educacional especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos; e no seu artigo 4º define o público-alvo do AEE como:
    I – Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de
    natureza física, intelectual, mental ou sensorial; II – Alunos com transtornos
    globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de
    alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas
    relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa
    definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de
    Ret, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos
    sem outra especificação; III – Alunos com altas habilidades/superdotação:
    aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as
    áreas de conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual,
    liderança, psicomotora, artes e criatividade.
    De acordo com essas diretrizes, no artigo 5º, o AEE é realizado prioritariamente na sala de recursos multifuncionais da própria escola ou de outra escola, no turno inverso da escolarização, não sendo substitutivo às classes comuns. A elaboração e execução do Plano de AEE são de competência dos professores que atuam nas salas de recursos multifuncionais em articulação com os demais professores do ensino comum, com a participação da família e em interface com os demais serviços setoriais, conforme disposto no artigo 9º. O artigo 10 determina que o Projeto Político Pedagógico da escola deve institucionalizar a oferta do AEE, prevendo na sua organização:
    I – salas de recursos multifuncionais: espaço físico, mobiliário, materiais
    didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos
    específicos; II – matrícula no AEE de alunos matriculados no ensino regular
    da própria escola ou de outra escola; III – cronograma de atendimento dos
    alunos; IV – plano do AEE: identificação das necessidades educacionais
    específicas dos alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a
    serem desenvolvidas; V – professores para o exercício da docência do AEE;
    VI – profissionais da educação: tradutores e intérprete de Língua Brasileira de
    Sinais, guia intérprete e outros que atuem no apoio, principalmente às
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    atividades de alimentação, higiene e locomoção; VII – redes de apoio no
    âmbito da atuação profissional, da formação, do desenvolvimento da
    pesquisa, do acesso a recursos, serviços e equipamentos, entre outros que
    maximizem o AEE.
    De acordo com o disposto nesses documentos, o poder público deve assegurar aos alunos público-alvo da educação especial o acesso ao ensino regular e adotar medidas para a eliminação de barreiras arquitetônicas, pedagógicas e nas comunicações que impedem sua plena e efetiva participação nas escolas da sua comunidade, em igualdade de condições com os demais alunos.
    Na institucionalização da Sala de Recursos Multifuncionais, compete aos sistemas de ensino prover e orientar a oferta do AEE nas escolas urbanas, do campo, indígenas, quilombolas, na modalidade presencial ou semipresencial.
    A implantação das Salas de Recursos Multifuncionais nas escolas da rede pública é efetuada sem prejuízo das parcerias da Secretaria de Educação com os demais órgãos responsáveis pelos serviços de saúde, trabalho, assistência e outros que têm por finalidade o acesso a recursos e atendimentos clínicos e terapêuticos, às atividades ocupacionais e de recreação, a programas de geração de renda mínima, entre outros.
    I – Na implantação da Sala de Recursos Multifuncionais para a oferta de AEE, compete à escola:
    a) Contemplar, no Projeto Político Pedagógico – PPP da escola, a oferta do atendimento educacional especializado, com professor para o AEE, recursos e equipamentos específicos e condições de acessibilidade;
    b) Construir o PPP considerando a flexibilidade da organização do AEE, realizado individualmente ou em pequenos grupos, conforme o Plano de AEE de cada aluno;
    c) Matricular, no AEE realizado em sala de recursos multifuncionais, os alunos público-alvo da educação especial matriculados em classes comuns da própria escola e os alunos de outra(s) escola(s) de ensino regular, conforme demanda da rede de ensino;
    d) Registrar, no Censo Escolar MEC/INEP, a matrícula de alunos público-alvo da educação especial nas classes comuns; e as matriculas no AEE realizado na sala de recursos multifuncionais da escola;
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    e) Efetivar a articulação pedagógica entre os professores que atuam na sala de recursos multifuncionais e os professores das salas de aula comuns, a fim de promover as condições de participação e aprendizagem dos alunos;
    f) Estabelecer redes de apoio e colaboração com as demais escolas da rede, as instituições de educação superior, os centros de AEE e outros, para promover a formação dos professores, o acesso a serviços e recursos de acessibilidade, a inclusão profissional dos alunos, a produção de materiais didáticos acessíveis e o desenvolvimento de estratégias pedagógicas;
    g) Promover a participação dos alunos nas ações intersetoriais articuladas junto aos demais serviços públicos de saúde, assistência social, trabalho, direitos humanos, entre outros.
    II – Atribuições do Professor do Atendimento Educacional Especializado:
  1. Elaborar, executar e avaliar o Plano de AEE do aluno, contemplando: a identificação das habilidades e necessidades educacionais específicas dos alunos; a definição e a organização das estratégias, serviços e recursos pedagógicos e de acessibilidade; o tipo de atendimento conforme as necessidades educacionais específicas dos alunos; o cronograma do atendimento e a carga horária, individual ou em pequenos grupos;
  2. Programar, acompanhar e avaliar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade no AEE, na sala de aula comum e nos demais ambientes da escola;
  3. Produzir materiais didáticos e pedagógicos acessíveis, considerando as necessidades educacionais específicas dos alunos e os desafios que estes vivenciam no ensino comum, a partir dos objetivos e das atividades propostas no currículo;
  4. Estabelecer a articulação com os professores da sala de aula comum e com demais profissionais da escola, visando a disponibilização dos serviços e recursos e o desenvolvimento de atividades para a participação e aprendizagem dos alunos nas atividades escolares; bem como as parcerias com as áreas intersetoriais;
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  5. Orientar os demais professores e as famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno de forma a ampliar suas habilidades, promovendo sua autonomia e participação;
  6. Desenvolver atividades próprias do AEE, de acordo com as necessidades educacionais específicas dos alunos: ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS para alunos com surdez; ensino da Língua Portuguesa escrita para alunos com surdez; ensino da Comunicação Aumentativa e Alternativa – CAA; ensino do sistema Braille, do uso do soroban e das técnicas para a orientação e mobilidade para alunos cegos; ensino da informática acessível e do uso dos recursos de Tecnologia Assistiva – TA; ensino de atividades de vida autônoma e social; orientação de atividades de enriquecimento curricular para as altas habilidades/superdotação; e promoção de atividades para o desenvolvimento das funções mentais superiores.
    III. Aspectos a serem contemplados no Projeto Político Pedagógico da escola: 1. Informações Institucionais
    1.1. Dados cadastrais da escola
    1.2. Objetivos e finalidades da escola.
    1.3. Ato normativo de autorização de funcionamento da escola.
    1.4. Código do Censo Escolar/INEP.
  7. Diagnóstico local
    Dados gerais da comunidade onde a escola se insere.
    Com relação aos alunos matriculados no AEE, descrever as condições desse grupo populacional na comunidade.
  8. Fundamentação legal, político e pedagógica.
    Referenciais atualizados da política educacional, da legislação do ensino e da concepção pedagógica que embasam a organização do PPP da escola.
    Com relação ao AEE, indicar os referenciais da educação especial na perspectiva da educação inclusiva que fundamentam sua organização e oferta .
  9. Gestão
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    4.1. Existência de cargos de direção, coordenação pedagógica, conselhos deliberativos; forma de escolha dos gestores e representantes dos conselhos;
    4.2. Corpo docente e respectiva formação: número geral de docentes da escola; o número de professores que exercem a função docente; a formação inicial dos professores para o exercício da docência (normal de nível médio, licenciatura); a carga horária e o vínculo de trabalho dos professores (servidor público, contrato de trabalho, cedência, outro);
    Com relação ao(s) docente(s) do AEE, informar o número de professores, carga horária, formação específica (aperfeiçoamento, graduação, pós-graduação), competências do professor e interface com o ensino regular;
    4.3. Profissionais da escola não docentes: número geral de profissionais que não exerce a função docente; formação desses profissionais; carga horária e vínculo de trabalho; função exercida na escola (administrativa, educacional, alimentação, limpeza, apoio ao aluno, tradutor intérprete, guia intérprete, outras).
  10. Matrículas na Escola
    Identificação das matrículas gerais da escola, por etapas e modalidades, séries/anos, níveis ou ciclos; dos participantes em programas e ações educacionais complementares e outras.
    Com relação aos alunos público-alvo da educação especial, além das matrículas em classes comuns do ensino regular informar as matrículas no AEE realizado na sala de recursos multifuncionais (anexos I e II). A escola que não tiver sala de recursos multifuncionais deverá constar, no Projeto Político Pedagógico, a informação sobre a oferta do AEE em sala de recursos de outra escola pública ou em centro de AEE.
  11. Organização da Prática Pedagógica da Escola
    6.1. Organização curricular, programas e projetos desenvolvidos na escola: descrição dos objetivos, da carga horária, dos espaços, das atividades, dos materiais didáticos e pedagógicos, entre outros integrantes da proposta curricular da escola para a formação dos alunos.
    6.2. Avaliação do ensino e da aprendizagem na escola: descrição da concepção, dos instrumentos e do registro dos processos avaliativos do desenvolvimento dos
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    alunos nas atividades educacionais e das estratégias de acompanhamento do processo de escolarização dos alunos;
    6.3. Formação continuada de professores no âmbito da escola e/ou do sistema de ensino: descrição da proposta de formação na escola (a organização, as parcerias, entre outros); a participação em cursos de formação promovidos sistema de ensino e Instituições de Educação Superior: nível do curso (extensão, aperfeiçoamento ou pós-graduação), carga horária e modalidade (presencial ou à distância); número de professores/cursistas da escola.
    Com relação aos alunos público-alvo da educação especial, informar a organização da prática pedagógica do AEE na Sala de Recursos Multifuncionais:
    a) Atividades e recursos pedagógicos e de acessibilidade, prestados de forma complementar à formação dos alunos público-alvo da educação especial, matriculados no ensino regular;
    b) Articulação e interface entre os professores das salas de recursos multifuncionais e os demais professores das classes comuns de ensino regular;
    c) Plano de AEE: identificação das habilidades e necessidades educacionais específicas do aluno; planejamento das atividades a serem realizada avaliação do desenvolvimento e acompanhamento dos alunos; oferta de forma individual ou em pequenos grupos; periodicidade e carga horária; e outras informações da organização do atendimento conforme as necessidades de cada aluno;
    d) Existência de espaço físico adequado para a sala de recursos multifuncionais; de mobiliários, equipamentos, materiais didático-pedagógicos e outros recursos específicos para o AEE, atendendo as condições de acessibilidade;
  12. Infraestrutura da escola:
    Descrição do espaço físico: existência e número de salas de aula, sala de professores, sala de informática, sala multimeio, salas de recursos multifuncionais e outras; de laboratório de informática, de ciências e outros; de biblioteca; de refeitório; de ginásio, quadra de esportes e outras instalações desportivas; de sanitários feminino e masculino, para alunos e professores/profissionais, para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida; de mobiliários; de equipamentos; e demais recursos.
  13. Condições de acessibilidade na escola:
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    Descrição das condições de acessibilidade da escola: arquitetônica (banheiros e
    vias de acesso, sinalização táctil, sonora e visual); pedagógica (livros e textos em
    formatos acessíveis e outros recursos de TA disponibilizados na escola); nas
    comunicações e informações (tradutor/intérprete de LIBRAS, guia intérprete e
    outros recursos e serviços); nos mobiliários (classe escolar acessível, cadeira de
    rodas e outros); e. no transporte escolar (veículo rebaixado para acesso aos
    usuários de cadeira de rodas, de muletas, andadores e outros).
    V – Anexos
    Anexo I: Quadro do nº de Aluno AEE por faixa etária, etapas e modalidades de
    ensino.
    Faixa
    Etária
    Alunos
    AEE
    Etapa/Modalidade de Ensino Regular (Classe Comum)
    Ed.
    Infantil
    Ensino
    Fundamental
    Ens.
    Médio
    E.M
    Integr
    E.M
    Normal Mag.
    Ens. Prof.
    Educação de Jovens e Adultos – EJA
    Presencial / Semipresencial
    Etapas
    Creche
    Pré
    Esc.
    Anos
    Iniciais
    Anos
    Finais

Conc.
Sub
E. F.
1ª a 4ª
E. F.
5ª a
8ª
E. F.
1ª a
8ª
Integrada
E.M
Ed.
Prof.
E.F
Ed.
Prof.
E.M
0a3

4a5

6 a 14

15 a 17

18 ou +

Total

199
Anexo II: Quadro de Aluno AEE por categoria/Censo etapas e modalidades de ensino
Categoria
Censo
Escolar
Nº
Alunos AEE
Etapa Modalidade no Ensino Regular (Classe Comum)
Educação
Infantil
Educação
Fundam.
E.M
E.M
Integr
E.M
Normal
Magist
Ensino Profis.
Educação de Jovens e Adultos – EJA
Presencial / Semipresencial
Etapas
Creche
Pré
Esc.
Anos
Inic
Anos
Fin
Conc
Sub
E. F.
1ª a
4ª
E. F.
5ª a
8ª
E. F.
1ª a
8ª
Integrada
E.M
Eed.pr.f. E.F
Eed.pr.f. E.M
D. Física

Surdez

D Auditiva

D. Mental

D. Visual

Cegueira

Baixa Visão

Surdo
cegueira

Def. Múltipla

TGD/
Autismo
clássico

TGD/
Síndr. de
Asperger

TGD/
Síndr. de
Rett

TGD/
Transtor
Infância
(Psicose
Infantil)

Altas Habilid /Superdota
ção
TOTAL

BRASIL. Nota Técnica nº 11/2010, SEESP/GAB. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=5294-notatecnica-n112010&Itemid=30192 Acesso em: 31 dez. 2018.

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